Mensagem – Auto-Estima
11/05/2012 Deixe um comentário
19/04/2012 Deixe um comentário
Problema:
Um calorímetro está em equilíbrio térmico com 50g de água a 10ºC. Quando 100g de água a 60ºC são introduzidos no calorímetro, o equilíbrio ocorre a 30ºC. Desprezando-se as perdas de calor, qual o equivalente em água do calorímetro?
Resolução:
Vamos chamar Q1 o calor ganhado pelo sistema calorímetro + água a 10ºC e de Q2 o calor cedido pela água a 60ºC:
Q1 = Qcalorímetro + Qágua = mcal.ccal.Δt + mágua.cágua.Δt
Q1 = mcal.ccal.(30 – 10) + 50.1.(30 – 10); como C = mc;
Q1 = 20.Ccal + 1000
Q2 = Qágua = mágua.cágua.Δt
Q2 = 100.1.(10 – 60) = -5000 cal
Como não há perdas:
Q1 + Q2 = 0
(20.Ccal + 1000) + (-5000) = 0
20.Ccal -4000 = 0
20.Ccal = 4000
Ccal = 200 cal/ºC
Como 1 caloria é definida como a energia necessária para elevar em 1 ºC a temperatura de 1 grama de água temos que Ccal é o equivalente do calorímetro em água. Nesse caso para corresponde a 200g de água!
02/04/2012 Deixe um comentário
Aproveitando o embalo dos acidentes nucleares de Fukushima bem como a ressurgência das discussões a cerca da energia nuclear, vou publicar um artigo sobre como funcionam os reatores nucleares e sobre o acidente ocorrido na cidade japonesa. Artigo retirado do blog Química para o ENEM, todos os direitos reservados. Clique na imagem para ampliar!
10/11/2011 Deixe um comentário

A Prova Brasil foi uma prova criada pelo ministério da educação (MEC) para avaliar o rendimento do sistema educacional público e privado brasileiro. A taxas divulgadas todos os anos pelo governo são utilizadas para imprimir junto à população uma falsa concepção de que o sistema educacional do Brasil cresce e se desenvolve às mil maravilhas. Acontece que em um país marcado pela corrupção e pelo descrédito político-social fica muito difícil acreditar que tais dados representem a nossa realidade.
Com a criação e divulgação do IDEB (Índice de desenvolvimento escolar brasileiro), o setor educacional do Brasil, principalmente o público, começou a melhorar de nível de forma considerável nos últimos anos. De acordo esses dados, o nível de rendimento escolar chegou perto da média 4 ano passado, sendo 6 considerada a média dos países desenvolvidos. Acontece que esses dados não passam de uma nova forma de alienar e confortar a população e não representando assim o que realmente acontece na nossa sociedade.
Como estudante do terceiro ano do ensino médio, hoje a Prova Brasil foi aplicada na instituição onde estudo. Ou melhor, ela não foi aplicada! Ao chegar na escola, aguardamos na sala de aula até as 8:00h quando deveria ser iniciada a aplicação da prova. Chegado o horário, a fiscal começou a distribuir as provas por ordem alfabética e, incrivelmente, ao chegar na letra L as provas destinadas ao colégio simplesmente acabaram. Dos quase 80 alunos da minha classe, pouco mais de 40 alunos receberam a prova. A fiscal ligou para a coordenação e depois de muita conversa e bate boca, ela nos disse na “cara-de-pau” que quem não tivesse recebido a prova deveria ir para casa, “Infelizmente”. O engraçado é que as provas são confeccionada com o nome dos alunos e que o MEC tem a lista do censo escolar do qual todos os alunos da escola fazem, ou deveriam fazer, parte.
Como é possível que a prova possa medir o rendimento escolar do Brasil se ela não chegou nem a 60% dos alunos de uma única escola? O sentimento de revolta toma conta quando você percebe que teve que sair cedo de casa, perder um dia de aula e sofrer o estresse decorrente do transporte para fazer uma prova a qual esqueceram de você. Fiquei achando que nossa cidade não fizesse parte do Brasil. E como o MEC justifica isso? Já não bastava o escândalo com o ENEM no ano passado e, mais uma vez, o vazamento de questões esse ano? Como é possível dizer que o sistema de educação do nosso país está melhorando se cada vez mais temos problemas com esses tipos de prova?
E você o que acha? Queremos saber sua opinião. Deixe um comentário!
02/11/2011 2 Comentários
Rui Barbosa, conhecido político do começo do século XX, criticou categoricamente a corrupção no Brasil: “Haverá o dia em que os brasileiros sentiram vergonha de serem honestos”. Quase 90 anos depois de sua morte, sentimos que esse dia chegou. Assim como Rui previu, hoje em dia as pessoas tem vergonha e mesmo receio de agir honestamente. E se engana quem pensa que a corrupção somente está presente da política. Infelizmente este estilo de vida tornou-se um hábito na nossa sociedade.
Mesmo sendo fruto de uma bagagem colonial, o hábito de tirar vantagens de tudo e todos permanece vivo até hoje. Vale ressaltar, porém, que o contexto em que vivemos é muito diferente do contexto de 400 anos atrás e que o motivo histórico não justifica a prática de irresponsável mania.
O país cresceu substancialmente nos últimos anos, mas a consciência social do brasileiro ficou estagnada. Um grande exemplo da ascensão econômica do Brasil foi a vitória na disputa para sediar um dos maiores eventos do mundo. No final de 2007, a FIFA anunciou que o Brasil foi escolhido como sede para a copa do mundo de 2014, evidenciando assim o grau de influência do país na conjuntura mundial.
Em se tratando da Copa de 2014, o governo brasileiro está investido bilhões de dólares em obras que ao parecer do poder público estão adiantadas. Economistas por outro lado afirmam que o processo de modernização para o evento, como a exemplo da construção dos estádios e ampliação das vias de transportes, está ficando cada vez mais atrasado e muitos deles temem o superfaturamento das obras. É fácil perceber que por trás da coordenação dos projetos o “jeitinho brasileiro” prevalece. Muitos críticos defendem, por exemplo, que o atraso nos projetos é intencional e tem como objetivo principal, encher os bolsos das construtoras que cobram fortunas para terminar as construções quando a copa estiver batendo na nossa porta.

Charge sobre a Copa 2014 e o superfaturamento decorrente da corrupção
02/11/2011 Deixe um comentário
| FASES | AUTORES | OBRAS IMPORTANTES | PONTOS MARCANTES |
| Pré Modernismo | Euclides da Cunha | Os Sertões | Ruptura com o passado.
Denúncia da Realidade. Regionalismos. Tipos marginalizados. Interação político-social. “Descoberta do Brasil”. |
| Lima Barreto | Recordações do Escrivão Isaias Caminha Triste Fim de Policarpo Quaresma |
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| Monteiro Lobato | Urupês
Negrinha |
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| Augusto dos Anjos | Eu | ||
| Graça Aranha | |||
| Modernismo de 22 | Mario de Andrade | Há uma gota de sangue em cada poema Pauliceia desvairada Macunaíma |
Características precedentes.
Poemas-Piada. Verso Livre / Fala Popular. Prosa próxima ao povo. Paródias. |
| Oswald de Andrade | Pau Brasil Infância Memórias Sentimentais de João Miramar Serafim Ponte Grande |
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| Manoel Bandeira | Carnaval Libertinagem |
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| Alcântara Machado | Brás, Bexiga e Barra Funda. | ||
| Modernismo de 30 – Poesia | Cecília Meireles | O romanceiro da Inconfidência
Espectros |
Amadurecimento.
Poesia Sintética. Versos livres. Questionamento da realidade. Espiritualismo/Intimismo. Nacionalismo e universalismo. Cosmovisão. Crítica concreta. |
| Vinicius de Moraes | |||
| Jorge de Lima | Tempo e Eternidade
Poemas Negros |
||
| Murilo Mendes | Tempo e Eternidade
O Visionário Contemplação de ouro preto |
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| Drummond de Andrade | |||
| Modernismo de 30 – Prosa / Regionalismo de 30 | José Américo de Almeida | A bagaceira | Realismo crítico.
Situação do trabalhador rural. Linguagem próxima da fala. Divisão em Ciclos:
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| Rachel de Queiroz | O Quinze | ||
| Graciliano Ramos | Vidas Secas
São Bernardo Angústia Caetés |
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| José Lins do Rego | Fogo Morto Menino de Engenho Doidinho Bangue
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| Jorge Amado | Gabriela Cravo e Canela País de carnaval Tieta do Agreste Capitães da Areia |
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| Érico Veríssimo | O tempo e o vento | ||
| Marques Rebelo | A estrela sobe | ||
| Geração de 45 | João Cabral de Melo Neto | O engenheiro
O cão sem plumas Morte e Vida Severina |
|
| Poesia contemporânea | Ferreira Gullar | ||
| João Guimarães Rosa | |||
| Clarice Lispector |